20180208
Não percebo porque tanto tememos. Porque confiamos tão pouco. Não percebo porque teimamos em chamar a atenção para o acessório como se fosse o importante. Não percebo porque gostamos tanto de dar tiros nos pés. Eu não acredito numa Igreja de portas fechadas. Se temos que ter portas, que as escancaremos, que deixemos vir todos, os que querem e os que não querem, os que precisam e os que desdenham, os que vêm por bem e os que querem recolher algo para si, os que crêem e os que julgam que não crêem. Porque eu acredito que, se de entre todos "os que não" houver um homem justo, foi para ele que as portas foram abertas, e não para "os que sim". Tardamos em aprender o mais básico do básico de Jesus: todos têm lugar. Todos. Absolutamente todos. Dá confusão? Claro que sim. Temos montes de relatos no evangelho que manifestam a confusão e o aglomerado das pessoas que se juntavam para ver Jesus. Não temos condições para as acolher? Claro que temos! Bastam cinco pães e dois peixes. Será o regabofe? Espero que sim! O regabofe de quem sabe que encontra sempre um lugar na Igreja. Seremos mal frequentados? Graças a Deus! Não entendo a teimosia em se por condições, no privilégio dos eleitos, na obsessão do controlo. É a Igreja. De Cristo. Por amor de Deus!
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Bambora
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